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Contagem de crédito para formandos de Ciência da Computação

Prezados Alunos de Ciência da Computação, 
 
Amanhã começa o período para solicitação da CONTAGEM DE CRÉDITOS. 
 
O que é?  (Guia do Aluno, 2012)
 
É o processo de análise da vida acadêmica do aluno com vistas a verificar se ele está apto a colar grau. Com isso, são observados os seguintes aspectos: 
 
I) No histórico escolar: 
a) Disciplinas, créditos e carga horária vencida e a vencer; 
b) Erros de registros de notas ou aproveitamento de estudos; 
c) Equívocos de habilitações e/ou currículos; 
d) Problemas de registros de equivalências. 
 
II) Em relatórios: 
Realização do ENADE. 
 
Atenção! A solicitação da contagem de créditos é obrigatória e necessária para a verificação dos alunos aptos à colação de grau.
 
Procedimento?
 
Caso o nome do aluno não conste da lista dos possíveis concluintes, ele, em se julgando apto a colar grau, deverá requerer a colação de grau junto à Coordenação do Curso através do preenchimento do Formulário – Expedição de Diploma/Contagem de Créditos disponível na página proeg.ufam.edu.br/formularios. 
 
Para evitarmos qualquer problema, solicito que TODOS OS ALUNOS NESSA CONDIÇÃO a requeiram. 
 
Quando?
 
01 a 08 de agosto de 2016. 
 
Documentos Necessários:
 
Formulário próprio devidamente preenchido e assinado e o Histórico Escolar atualizado em anexo.
 
Atenciosamente,
 

Prof. Dr. Alexandre Passito
Coordenador do Curso de Ciência da Computação
Instituto de Computação (IComp)
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Trabalho de aluna no IComp entre os quatro melhores do Brasil

O trabalho de Iniciação Científica da aluna do bacharelado em Ciência da Computação do Instituto de Computação (IComp) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Victória Patrícia Aires, está entre os quatro melhores do Brasil e concorre ao prêmio de melhor trabalho de Iniciação Científica do XLVIII Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional (SBPO), que acontece em setembro, em Vitória, no Espírito Santo.

 

"Problemas de rotulação graciosa e colorações: algoritmos, complexidade e aplicações" é o título do trabalho selecionado.

A professora do IComp/UFAM, Rosiane de Freitas, orientadora do projeto, afirma que Victória é um exemplo de aluna dedicada, compromissada e que busca alta qualidade em tudo o que faz. "Isso é bom porque enriquece ainda mais o currículo e formação dela", disse. 

 

Não é a primeira vez que Victória se destaca em apresentação de trabalhos acadêmicos. Ela fez parte da equipe feminina PowerPink, do IComp, classificada para as finais brasileira da Maratona de Programação 2015 (ainda no ensino médio, se destacou na OBI e foi convidada para um PIBIC-Jr e assim reforçou sua decisão de ingressar no BCC do IComp/UFAM). Seu trabalho de iniciação científica ficou entre os melhores do PIBIC 2015-2016 e entre os dez melhores do Brasil em 2015 (CTIC-CSBC 2016). Participou das três edições da "International Women's Hackathon" da Microsoft Research, fazendo parte da equipe que desenvolveu os aplicativos  "Make UPhi" (que usa o princípio matemático da regra áurea para dar dicas de maquiagens) e "How to Help" (que indica procedimentos a ser feito em caso de situações de calamidade pública), fazendo parte do projeto "SciTechGirls" e do programa "Cunhantã Digital".

IComp e Samsung promovem encontro sobre empreendedorismo com base tecnológica até esta sexta na UFAM

Encerra na tarde desta sexta-feira, 24, o Encontro de Projetos em Ambientes Interativos (EPA! Manaus 2016), um evento do PROMOBILE (Programa de Capacitação em Tecnologias Portáteis e Móveis, fruto da parceria entre a Samsung Eletrônica da Amazônia LTDA e o Instituto de Computação da UFAM.

Como o tema empreendedorismo, o evento atraiu os estudantes da área de tecnologia e lotou os auditórios Jutaí e Javari, da Faculdade de Tecnologia da UFAM. Oficinas e palestras fazem parte da programação.

 

As startups de base tecnológica são o foco do EPA, que ofereceu oficinas para iniciantes, que aprenderam a transformar sua ideia em uma empresa, e para avançados, para quem já entende o que é uma startup de base tecnológica e precisa de apoio para revisar a sua proposta e suporte para prospectar financiamento.

 

Ao final do evento, na tarde de sexta, haverá a imersão no negócio, em que dez equipes pré-selecionadas vão colocar à prova suas ideias em uma maratona. Na imersão, as equipes terão 24 horas para formatarem seus respectivos negócios, incluindo o protótipo, bem como todos os diagramas, modelos e apresentações necessários para conquistar o investidor de risco.

 

O designer Alberto Colares foi o primeiro palestrante do EPA. Ele defende que as empresas devem ser criadas com o objetivo de gerar e distribuir riqueza. Colares é co-fundador e sócio da Black Key Partners, Zunnit Tecnologia, e sócio e diretor-executivo da Neemu Tecnologia.

 

Ele falou sobre sua experiência nas empresas de base tecnológica e disse que é necessário gostar do que se faz para ter sucesso nos negócios. “Às vezes, também é preciso fazer a parte chata porque é importante, mas há mais chance de sucesso quando você gosta e acredita no que faz”, afirmou.

 

O Mestre em informática Carlos Mar reiterou o que Alberto disse. “É necessário planejamento, metodologia, definição de público-alvo e montagem de equipe para fazer dar certo”, disse. E se não der? “Muda a metodologia, ajusta o público-alvo até acertar. Só não vai dar certo se você desistir”, enfatizou ele que possui mais de 15 anos de experiência como desenvolvedor de software e empreendedor e atualmente é analista de sistemas na FPF tech, atuando como Product Owner em projetos de desenvolvimento de software.

 

Fatores culturais são motivos para baixa procura por mulheres na área de exatas, apontam professores

Fatores culturais foram apontados como os principais impedimentos para que a área de exatas seja mais procurada pelas mulheres. A afirmação foi feita no Painel “Inserir mais mulheres em TI”, que aconteceu na noite de ontem durante a 5ª edição do Encontro Regional de Computação e Sistemas de Informação (Encosis).

 

A mesa-redonda foi coordenada pela professora do Instituto de Computação da UFAM, Fabíola Nakamura, e contou com a participação da diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), Andréa Waichman, do professor Altigran da Silva, da diretora-presidente do CETAM, Joésia Moreira Julião Pacheco e do diretor da Fabriq, Daniel Goettenauer.

Para Andréa, mulheres e homens têm os mesmos talentos e capacidades. “Há muitos homens bons no que fazem e há muitas mulheres boas no que fazem. Ambos têm capacidade, portanto acredito que o problema é cultural”, disse.

O professor Altigran concorda. “A cultura machista é ensinada desde a infância. As piadas para subestimar as mulheres eram coisas ‘normais’. Ou a gente muda isso ou a baixa participação das mulheres na área de exatas vai continuar”, afirmou.

Daniel disse que percebe que as mulheres falam menos durante seleções da Fabriq quando uma sala tem candidatos de ambos os sexos. “Vou buscar observar mais isso e procurar deixa-las mais à vontade, sem se preocupar com que os homens vão pensar se elas falarem ou tomarem a frente das coisas, talvez fazendo turmas apenas com elas”, disse. Um estudo mostra que as meninas preferem falar menos em público preocupadas com piadinhas e com o que os homens vão falar ou pensar.

Joésia conta que se formou em engenharia há muito tempo mas que os problemas enfrentados pelas mulheres que buscam a área continuam os mesmos. “Os números mostram dados preocupantes. Há casos em que menos de 1% das vagas são ocupadas por meninas. Isso precisa mudar”, revelou.

 

 

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