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Estrutura da Monografia

O formato da monografia deve atender aos requisitos estabelecidos pelo Guia para Normalização de Relatórios Técnicos Científicos da UFAM, conforme aprovada pela Resolução Nº 043/2004 – CONSEPE.

Download do Modelo em formato DOCX para Monografia de Trabalho de Conclusão de Curso para os cursos coordenados pelo Instituo de Computação da Universidade Federal do Amazonas.

Download do Modelo em formato LaTeX para Monografia de Trabalho de Conclusão de Curso para os cursos coordenados pelo Instituo de Computação da Universidade Federal do Amazonas.

De modo geral, uma boa monografia de TCC deve ter a seguinte organização:

Página de rosto - inclui o título do projeto e o nome do autor. O nome do(a) professor(a) orientador(a) pode também aparecer.

  • Resumo - uma pequena descrição do conteúdo do relatório. Não deve ultrapassar meia página. Deve ser escrito de tal forma que alguém que não esteja familiarizado com o projeto possa ter uma ideia razoável sobre o assunto do trabalho.
  • Agradecimentos - é comum se registrar palavras de reconhecimento a todos aqueles que de uma forma ou de outra ofereceram alguma ajuda à concepção e/ou à elaboração do projeto.
  • Índice - relaciona os principais capítulos e (sub)seções do relatório. É aconselhável escolher os títulos de capítulos e seções de forma que eles sejam "autoexplicativos". Use espacejamento duplo. Se possível inclua o número das páginas que indicam onde começam cada capítulo ou seção. Procure evitar a inclusão de muitos níveis de subseção.
  • Introdução - trata-se de uma das partes mais importantes do documento. Deve começar com uma explicação bem clara do tópico e dos objetivos do projeto, de tal maneira que a natureza e a abrangência do trabalho possam ser facilmente entendidas por um leitor não-especialista. É aqui que deve aparecer uma descrição resumida do contexto específico no qual o projeto se insere, bem como de sua relevância para outros trabalhos relacionados. Além disso, é importante que se dê os apontadores para as seções que contêm o material técnico do trabalho.
  • Contexto - a seção de contexto deve situar o projeto procurando relacioná-lo com os outros trabalhos publicados na mesma área que fizeram parte da sua leitura inicial. Na verdade, a seção de contexto às vezes faz parte da seção de introdução, mas pode ser elaborada em um capítulo separado caso o projeto tenha envolvido tal quantidade de pesquisa que justifique. O material pesquisado pode incluir artigos científicos, livros, manuais, ou até mesmo software ou hardware com os quais o aluno tenha se envolvido diretamente no levantamento inicial do projeto. As fontes de inspiração para o trabalho podem e devem ser referenciadas. Não há nada de errado em fazer uso das ideias de terceiros, desde que se faça o devido crédito. É fundamental, no entanto, evitar o que se chama de plágio: se o trabalho de terceiro(s) está sendo utilizado no seu trabalho como se fosse seu, e não estão sendo citadas as fontes de informação, então está havendo desonestidade, o que é absolutamente condenável. Para citar trabalhos de terceiros, mencione as fontes onde os trabalhos são referenciados ou utilizados, em vez de simplesmente listá-los no final.
  • Corpo do relatório - a parte central do relatório normalmente consiste de três a quatro capítulos que vão detalhar o trabalho técnico desenvolvido durante o projeto. A estrutura de tais capítulos depende de cada projeto. Tipicamente os capítulos devem refletir o desenvolvimento cronológico do projeto, e.g. concepção, implementação, experimentação, otimização, embora este não seja sempre o melhor formato. Qualquer que seja sua escolha da forma de apresentar esta parte essencial do relatório, é preciso deixar bem claro como e por que o aluno chegou à alternativa escolhida em detrimento de outras alternativas mencionadas na seção de Contexto. Para projetos de implementação é preciso descrever e justificar as escolhas de concepção feitas na codificação do programa. E isso deve ser feito de forma razoavelmente clara, e de "alto nível", destacando alguma peculiaridade do(s) algoritmo(s) utilizado(s).
  • Conclusões e trabalhos futuros - um bom relatório deve concluir com uma avaliação objetiva tanto dos resultados positivos quanto dos negativos, apresentando sugestões de futuras direções para onde os resultados poderão ser melhorados e/ou utilizados na solução de outros problemas. É importante entender que não existe um projeto perfeito. Mesmo os melhores trabalhos têm suas limitações, e espera-se que o relatório inclua uma avaliação crítica do que foi de fato realizado. Os avaliadores vão certamente identificar as limitações do trabalho e espera-se que o relatório seja
  • objetivo e antecipe tal identificação.
  • Bibliografia - uma relação de todos os livros, artigos, manuais, etc., utilizados no projeto e mencionados no relatório. É preciso fornecer informação suficiente para permitir ao leitor encontrar a fonte. Inclua título completo e nome(s) do(s) autor(es), além da fonte bibliográfica onde o artigo foi publicado, incluindo número do volume, data, número das páginas, quando necessário. No caso de um livro texto é importante mencionar o nome da editora e o ano de publicação.
  • Apêndice(s) - os apêndices normalmente contêm informações até certo ponto "periféricas" ao corpo principal do relatório. Tipicamente, um apêndice inclui coisas como partes do código do programa, tabelas, demonstrações, gráficos ou qualquer outro material que provocaria uma quebra na sequência de apresentação do tema do texto caso aparecesse in situ.
  • Listagens completas de programas não devem, em princípio, fazer parte do relatório, a menos que o(a) professor(a) orientador(a) considere realmente indispensável.
  • Guia do Usuário - projetos que resultam em um pacote de software utilizável por um determinado público alvo, devem vir acompanhados de um guia de utilização com instruções de fácil entendimento.
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